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O mal da inflação

  • Foto do escritor: Nelson C Ribeiro
    Nelson C Ribeiro
  • 11 de mar. de 2024
  • 2 min de leitura

Atualizado: 12 de mar. de 2024

A definição clássica da inflação é: o aumento constante e sistemático de preços.

A inflação é a corrosão da moeda, a perda do valor monetário da moeda de um país em função das altas de preços.

               Toda vez que um governo precisa colocar mais moedas no mercado, para se financiar e honrar seus compromissos, ocorre a desvalorização dessa. Assim a inflação é derivada do aumento de oferta de moedas no mercado.

               Quando os preços dos produtos sobem, o trabalhador tem seu poder de compra reduzido, consequentemente, fica mais pobre.

               O banco central de um país e o órgão responsável em controlar a inflação, por meio do controle de taxa de juros, quando os juros aumentam o dinheiro fica mais caro e automaticamente o consumo cai, consequentemente a oferta de produtos deve se adequar a esta nova demanda reduzida.

O Banco Central do Brasil tem sido muito eficiente no controle da inflação ao mantê-la em níveis menores que a de outras economias mundiais. Assim, o BC do Brasil deve se manter independente do governo para realizar ajuste dessas taxas e evitar que a inflação dispare e corroa todo o poder de compra do trabalhador. Desta forma, o BC com a velha lei da oferta e da demanda, regula o mercado por meio da política de juros.

Quando o governo gastar muito mais que arrecada e emite mais moedas, fica difícil segurar a inflação. Por esta razão, muitas vezes, o governo evita aumentar a oferta monetária, mas emite novos títulos públicos. Esta política também gera problemas, pois acaba aumentando a dívida interna do governo.

A Inflação funciona como se fosse um imposto oculto, que consome o poder de compra, e, consequentemente, empobrece a classe trabalhadora e diminui as transações comerciais em geral.

 

 

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